A melhor infância…

Hoje é dia das crianças! E todo mundo um dia já foi criança. Lembra-se daquela época em que brincávamos na rua com nossos vizinhos? “Ah, na minha éramos mais livres…”.amarelinha

Os jogos que inventávamos, criávamos as nossas próprias regras, montávamos times, nos escondíamos entre os carros estacionados, desenhávamos na rua tudo aquilo que vinha na nossa imaginação. Nossas brincadeiras eram as melhores, as mais divertidas, brincadeiras que não acabavam mais (os mais experientes sempre dizem isso…).

tacoLembra da Mãe da Rua? Aquela em que as crianças ficavam alinhadas ao lado da calçada e tinham que atravessar para o outro lado da rua sem serem pegas pela “mãe”, que ficava no meio da rua? E os jogos de Queimada? Quanta adrenalina! Os times elaboravam estratégias, focando em quem deveria ser queimado primeiro e ir para o morto. Pular Amarelinha era uma diversão! Mas antes de começar a brincar, tínhamos que desenhar a amarelinha na rua com tijolo (dava um trabalhão…).

Os amigos se reuniam para assistir aos jogos de Taco. Em cada rua tinha um time, com um “equipamento diferente” – tacos feitos com resto de madeira (e muitas farpas nos dedos), latinhas de refrigerante, garrafas pet. E quantas bolas foram perdidas nos bueiros?
codificação5gávamos em casa com joelho ralado, pé furado com prego enferrujado, roupa suja de lama, suados…

Em dias de chuva, a criançada se encontrava na casa dos amigos para Pular Elástico, brincar de Bolinha de Gude, Batata Quente, Passa Anel, Cama-de-gato, Polícia e Ladrão.

Os nativos digitais (nascidos a partir dos anos 2000) têm outras experiências da infância. Hoje em dia é normal ver uma criança navegar na internet, assistir televisão, ouvir música – tudo ao mesmo tempo. Eles se divertem com jogos de computadores e vídeo games, com a informação que chega em tempo real, criando vídeos, aprendendo por meio de aplicativos.video game
O mundo vai mudando, as experiências vão sendo modificadas para que tenham sentido para aqueles que estão chegando. É assim com as brincadeiras, com os carros, com tudo aquilo que nos cerca. As vivências precisam ser significativas, saudáveis, proporcionar aprendizado.

 

As lembranças da infância são incomparáveis, são experiências que, na fase adulta, moram em nosso coração e resgatam a memória de tudo aquilo que vivemos em uma época de inocência.